As correntes filosóficas em António Feijó (1859-1917)

Agostinho Fernandes

Resumo


O seu pendor para as letras e para a poesia, a par da partilha do quadro mental positivista do seu tempo, profundamente coimbrão se pensarmos em Antero, Teófilo Braga ou mesmo Teixeira Bastos, com as influências vivas e vividas pela Geração de 70 ou dos Vencidos da vida, dando braço à progressista Paris e Europa, ajudam a completar o quadro mental em que Feijó se desenvolveu pessoal e profissionalmente, exalando sentimentos próximos dos teorizadores do positivismo, do pessimismo existencial de Schopenhauer e Kierkegaard e mesmo de Nietzsche, roçando o vazio existencial e a falta de sentido para a existência. As conquistas da ciência e a “Morte de Deus” da sociedade moderna dão o mote final para a sua angústia e niilismo, o recurso ao suicídio por vezes e a ausência total de sentido para a vida.

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